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Piauí e Maranhão juntos derrubaram área de 25 mil campos de futebol. |
O Piauí foi o estado que mais desmatou a vegetação do Cerrado até 2010
conforme dados apresentados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).
No período, o Piauí entre desmatou 1,05% do Cerrado e o Maranhão, 0,7% e o
Maranhão e Piauí são estados que têm implementado desmate mais acentuado.
No Brasil, o desmatamento acumulado do Cerrado até 2010 já atingiu 48,5%
do bioma, uma área de quase 100 mil quilômetros quadrados.
Embora o acumulado tenha registrado um aumento de 0,32% entre 2009
e 2010 (6.469 km2), o ritmo das motosserras diminuiu neste período
com relação ao anterior. De 2008 a 2009, 0,37% do Cerrado foi derrubado.
O órgão afirmou que os vetores da derrubada de vegetação nativa são
velhos conhecidos: a agropecuária e o carvão que alimenta
a indústria siderúrgica nacional.
O governo ainda não sabe quanto desse desmatamento foi autorizado
e quanto foi ilegal.
“Os vetores tradicionais são os mesmos, a agropecuária e carvão.
A fiscalização não está só correndo atrás do prejuízo. No caso do carvão
estamos quebrando a coluna vertebral da cadeia econômica”, disse a ministra
do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
"Os vetores tradicionais são os mesmos, a agropecuária e carvão".
conforme dados apresentados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).
No período, o Piauí entre desmatou 1,05% do Cerrado e o Maranhão, 0,7% e o
Maranhão e Piauí são estados que têm implementado desmate mais acentuado.
No Brasil, o desmatamento acumulado do Cerrado até 2010 já atingiu 48,5%
do bioma, uma área de quase 100 mil quilômetros quadrados.
Embora o acumulado tenha registrado um aumento de 0,32% entre 2009
e 2010 (6.469 km2), o ritmo das motosserras diminuiu neste período
com relação ao anterior. De 2008 a 2009, 0,37% do Cerrado foi derrubado.
O órgão afirmou que os vetores da derrubada de vegetação nativa são
velhos conhecidos: a agropecuária e o carvão que alimenta
a indústria siderúrgica nacional.
O governo ainda não sabe quanto desse desmatamento foi autorizado
e quanto foi ilegal.
“Os vetores tradicionais são os mesmos, a agropecuária e carvão.
A fiscalização não está só correndo atrás do prejuízo. No caso do carvão
estamos quebrando a coluna vertebral da cadeia econômica”, disse a ministra
do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
"Os vetores tradicionais são os mesmos, a agropecuária e carvão".
O Ministério também divulgou um balanço sobre as queimadas que
atingem Unidades de Conservação do país.
No total, dez áreas protegidas foram atingidas pelo fogo,
em sua maioria intencionalmente provocado, segundo o presidente do ICMBio,
Rômulo Mello. A área atingida este ano, no entanto, foi menor do que no
ano passado. Em 2010, 1,6 milhão de hectares foram queimados
dentro de parques, florestas nacionais, reservas biológicas
e outras unidades destinadas à preservação.
Este ano, o fogo já destruiu 322 mil hectares.
Uma das regiões mais atingidas foi o Distrito Federal
onde a Floresta Nacional (Flona) de Brasília já teve um
quarto de sua vegetação nativa consumida pelo incêndio que
embora controlado, continua ardendo.
Neste caso, o órgão do MMA responsável pela gestão das
Unidades de Conservação
disse ter provas de que o fogo foi criminoso.
“Nosso pessoal em campo identificou pessoas que tinham botado fogo
dentro da unidade, eles foram perseguidos, mas se evadiram.
Estamos acionando a Polícia Federal para investigar.
A Flona foi criada para ser uma área a ser protegida
e evitar a formação de loteamentos” disse Mello
que acredita que pessoas insatisfeitas com a criação da unidade
possam ter motivado o crime.
Fonte: *Informações do O Globo
atingem Unidades de Conservação do país.
No total, dez áreas protegidas foram atingidas pelo fogo,
em sua maioria intencionalmente provocado, segundo o presidente do ICMBio,
Rômulo Mello. A área atingida este ano, no entanto, foi menor do que no
ano passado. Em 2010, 1,6 milhão de hectares foram queimados
dentro de parques, florestas nacionais, reservas biológicas
e outras unidades destinadas à preservação.
Este ano, o fogo já destruiu 322 mil hectares.
Uma das regiões mais atingidas foi o Distrito Federal
onde a Floresta Nacional (Flona) de Brasília já teve um
quarto de sua vegetação nativa consumida pelo incêndio que
embora controlado, continua ardendo.
Neste caso, o órgão do MMA responsável pela gestão das
Unidades de Conservação
disse ter provas de que o fogo foi criminoso.
“Nosso pessoal em campo identificou pessoas que tinham botado fogo
dentro da unidade, eles foram perseguidos, mas se evadiram.
Estamos acionando a Polícia Federal para investigar.
A Flona foi criada para ser uma área a ser protegida
e evitar a formação de loteamentos” disse Mello
que acredita que pessoas insatisfeitas com a criação da unidade
possam ter motivado o crime.
Fonte: *Informações do O Globo


4:36 AM
Jornalismo Ambiental

1 comentários:
Gilbués está desaparecendo.Esse é um exemplo do que a desertificação está fazendo.
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